Aproximadamente, 14 de outubro de 1980, pela primeira vez, peguei minha filha Lívia pelos braços! 9 de Outubro de 1981, pela primeira vez, a vez de Júnior. 14 de Dezembro tinha mais um verso escrito: Marcus Alessander. Minha quarta estação: Marcinho, me oportunizava em 22 de Setembro de 1997 a tê-lo nos meus braços! Encostar o meu rosto suavemente nos seus, era simplesmente a realização do desejo de manifestar pessoal e profundamente o carinho manifesto desde o ventre.
Cada dor, refletia como nossas dores. Cada choro o incômodo de nem sempre compreendê-los. Cada partida a sensação de saudade que só o retorno acenava para continuidade da felicidade.
A adolescencia, preocupações, medos, angustias, anciedades... Desejo de tê-los sempre comigo.
A mudança de cidade e endereço, necessidade de aprimorar os estudos. Novamente: preocupações, medos, angustias, ansiedades...
Lívia comunica que encontrou o amor, sua cara metade. Para mim, misto de felicidade e sensação de perda. Lá se vai minha filha construir sua própria vida!
Júnior prepara-se pra viver sua vida, seus filhos e Esposa, sua família. Lá se vai meu filho construir sua própria vida!
Marcus, por enquanto deixa a casa para dedicar-se aos estudos em Salvador.
Resta-me Marcinho. Ainda o tenho por perto. Mas já imagino o dia em que só restar eu e Luiza.
Lá se vão meus filhos cumprindo o ciclo da vida, correndo, vivendo o mundo! Ou melhor, vivendo no mundo.
O amor, evidencia que jamais perderei meus filhos. No coração e nos pensamentos habitarão enquanto vida eu tiver!
Cruz das Almas, 03 de Fevereiro de 2009
Minha racionalidade é limitada em razão da racionalidade da Sociedade. Porém, a minha criticidade limita-se à racionalidade do Deus todo Poderoso.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Desespero do poeta
O tempo levou tão depressa a lembrança!
Do presente idéias férteis para o futuro.
Deixando sempre clara a sórdida inconstância,
de quem bate a cara contra o muro.
Onde estou que não me encontro?
Poeta rude, alheio, deveras prepotente!
Otimista, pessimista, de auto confronto.
Onde estou, afinal, sou existente?
Busco ancioso meu lindo além!
Nada encontro que lhe seja adjacente,
parecendo ser vítima somente do aquém!
Novamente retorno o juizo de repente,
a serenidade e a persistencia também.
No caminho presente, sigo contente!
Cruz das Almas, 1974
Do presente idéias férteis para o futuro.
Deixando sempre clara a sórdida inconstância,
de quem bate a cara contra o muro.
Onde estou que não me encontro?
Poeta rude, alheio, deveras prepotente!
Otimista, pessimista, de auto confronto.
Onde estou, afinal, sou existente?
Busco ancioso meu lindo além!
Nada encontro que lhe seja adjacente,
parecendo ser vítima somente do aquém!
Novamente retorno o juizo de repente,
a serenidade e a persistencia também.
No caminho presente, sigo contente!
Cruz das Almas, 1974
Cristianismo Estereotipado
Estereótipo é a imagem preconcebida de determinada pessoa coisa ou situação. Estereotipar quer dizer copiar, fotocopiar, reproduzir, plagiar, remedar, imitar.
Vez por outra ouvimos algumas célebres frases de alguns “neopentecostais” que não hesitam em dizer: “ meu irmão, Deus tem muito a realizar em tua vida. Basta tão somente que o irmão...”. Os “basta tão somente que...” vem sempre recheados da sugestão de hábitos e atitudes que representam a reprodução ou cópia do “modus-vivendis” deles. A visão, atitude, hábitos e costumes desses “donos da verdade” revela o caráter estereotipador que se constitui base para que esses “fieis” discipuladores concretizem seus propósitos de multiplicar a multidão dos “santos”.
Essas atitudes têm base na construção da imagem preconceituada das pessoas. O tipo, a fé, o caráter, a intimidade com Deus, segundo eles não é a ideal. Pois quem não age e não se porta “tal qual...” são estranhos no ninho.
O livro de Mateus no capítulo 7:2 nos adverte “Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós”. Já Lucas 19:22 revela o julgamento do Senhor a um dos servos a quem ele atribuiu tarefas e não as cumpriu a contento: “Porém, ele lhe disse: Mau servo, pela tua boca te julgarei. Sabias que eu sou homem rigoroso, que tomo o que não pus, e sego o que não semeei”.
Em atos 17:31 lemos: “Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos. “
Em muito se vê a atitude deísta dos neopentecostais, pois acabam tomando pra si atributos que só a Deus é permitido a exemplo do que revela a Sagrada Escritura em atos 17:31. Ou seja, quem julgará o mundo é Jesus Cristo, e ele é Deus.
Felipe anuncia Jesus a Natanael. Apesar de toda uma profecia escrita há muitos anos atrás, Natanael, preconceituoso a respeito do povo de Nazaré, indaga: “... Pode vir alguma coisa boa de Nazaré?...”.
É necessário então que Felipe convoque a Natanael: “... Vem, e vê”. João 1: 46
É natural que qualquer ser humano desconfie do que vê, ouve ou anunciam. Mas não é prudente julgar. A quem Deus premia pela sua graça com o Dom do Discernimento deve compreender que aquilo que não é revelado não é prudente ser afirmado como verdade. O julgamento de Deus tem base na sua onisciência. O fato de Deus nos dar a graça de discernir, não nos autoriza julgar.
Pela conseqüência da convivência em sociedade, podemos afirmar algo que vimos ou ouvimos, todavia a única verdade absoluta é Jesus Cristo. Só Ele afirma o que é absolutamente verdadeiro. Entende-se que por mais que apuremos os fatos, analisemos atitudes, obtenhamos provas, ainda assim qualquer julgamento de nossa parte se embasará em verdades relativas.
A bíblia não revela, mas imaginamos, não como “verdade absoluta”, que ao dizer ao ladrão na Cruz à sua direita: “hoje mesmo estarás comigo no paraíso”, talvez os fariseus, sacerdotes e outros que o crucificaram guardaram aquela célebre frase como mais uma evidência de que o Nazareno não era o enviado de Deus e por isso merecia estar ali. Como pode alguém conceder lugar no paraíso a quem tanto mal causou à sociedade?
Quando julgamos alguém pelo seu histórico ou pelo que aparenta a nossos olhos deveríamos nos perguntar: se eu estivesse na crucificação, sentir-me-ia aliviado pela condenação à morte de cruz daqueles ladrões? Estaria satisfeito por Jesus garantir a um deles o paraíso?
O cristianismo degenerado também é evidenciado no espiritualismo exacerbado onde o emocionalismo e a teologia da prosperidade sobreleva a adoração pura a Deus.
A lei da Termodinâmica afirma que todo o sistema da natureza mostra um movimento invariável rumo à desintegração, à desordem e à perda de energia. Trata-se do princípio da entropia.
Em Isaias 1:4 a palavra revela: “Ai, nação pecadora, povo carregado de iniqüidade, descendência de malfeitores, filhos corruptores; deixaram ao SENHOR, blasfemaram o Santo de Israel, voltaram para trás”.
“Porque o vil fala obscenidade, e o seu coração pratica a iniqüidade, para usar hipocrisia, e para proferir mentiras contra o SENHOR, para deixar vazia a alma do faminto, e fazer com que o sedento venha a ter falta de bebida”. Isaías 32:6
Assim como nas leis da natureza, as normas sociais, bíblicas, sentimentais, religiosas, morais e éticas perdem força e adentram a desordem e desintegração.
A perda da qualidade do Cristianismo deve-se à corrupção do caráter cristão na medida que não julgamos a nós mesmos, não vemos os nossos pecados, não confessamo-los a Deus, não vivamos debaixo de sua graça e não nos erguemos, porém olhando para que não estejamos em pé e caiamos.
A perda da qualidade do Cristianismo deve-se ao fato de “reivindicar” de Deus. Esquecem que dependemos da sua vontade soberana. Quem somos nós para reinvidicar de Deus alguma coisa?
Muitos têm decretado, em nome da fé, que pessoas sejam curadas, sem ao menos entregar a Deus a fé do enfermo já que Ele vê o coração e opera segundo a sua soberana vontade.
A perda da qualidade do Cristianismo deve-se ao fato de mercarem, na maioria dos cultos, as bênçãos daquele dia.
A perda da qualidade do Cristianismo deve-se ao fato de um Pastor evangélico dizer a um Cantor, também evangélico: “ suas músicas tem qualidade, tem doutrina, tem bíblia, mas o irmão precisa gravar canções no ritmo que está na mídia. Assim o irmão venderá mais CDs”.
Mateus 24:12 nos revela: “E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará”. O amor se esfria pelas nossas próprias iniqüidades, mas os escândalos, os julgamentos sumários, a segregação de classe na Igreja, a indiferença de muitos, leva à frieza da fé dos famintos e sedentos.
“Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;” 1º Timóteo 4:1.
O espírito expressamente revela que muitas doutrinas tidas como sacro santa poderão ser doutrinas de demônios. Como pode por exemplo se alimentar na igreja o princípio de que as benção se revelam nos bens materiais? Jesus não tinha onde repousar a sua cabeça.
Continua 1º Timóteo 4:2: “Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência;”. Vê-se claramente que é evidente que podemos ser influenciados pelo meio, ainda que compreendamos que o que devemos é ser seguidores de Jesus Cristo. Paulo nos adverte, no entretanto que pela hipocrisia e mentiras de homens com suas próprias consciências cauterizadas, muitos apostatariam da fé pelo fato de dar ouvidos a esses espíritos enganadores.
Tenho muito medo em ver a Igreja se expandindo de pessoas que apregoam a respeito do estereotipo de crente. Vêem-se num modelo e renegam, rejeitam qualquer pessoa que não se comporte de acordo ao padrão plagiado.
Tenho medo que crentes preguem que o tatuado, o penteado da moda, o adornado não sejam convertido simplesmente pelo que aparentam.
Se assim fosse, muitos que hoje trazem a marca de Cristo no seu coração (local que ninguém pode ver ou sondar senão Deus), seriam condenados ao descaso, à discriminação porque no seu corpo (tatuado) estão as marcas de suas crenças passadas ou de seus demônios preferidos e que fisicamente não podem ser removidas. Os Olhos vêm as marcas do corpo, mas não são capazes de ver nos olhos do outro as marcas de Cristo.
Os apostatas, sequer miram os frutos. Se não perceberem no outro o seu estilo ou modelo de vida cristã, julgam e condenam ao isolamento, ao grupo do outro. Não somos modelo a ser seguido, mas devemos ser seguidores de um único modelo: Jesus Cristo!
Cruz das almas, 2008
Vez por outra ouvimos algumas célebres frases de alguns “neopentecostais” que não hesitam em dizer: “ meu irmão, Deus tem muito a realizar em tua vida. Basta tão somente que o irmão...”. Os “basta tão somente que...” vem sempre recheados da sugestão de hábitos e atitudes que representam a reprodução ou cópia do “modus-vivendis” deles. A visão, atitude, hábitos e costumes desses “donos da verdade” revela o caráter estereotipador que se constitui base para que esses “fieis” discipuladores concretizem seus propósitos de multiplicar a multidão dos “santos”.
Essas atitudes têm base na construção da imagem preconceituada das pessoas. O tipo, a fé, o caráter, a intimidade com Deus, segundo eles não é a ideal. Pois quem não age e não se porta “tal qual...” são estranhos no ninho.
O livro de Mateus no capítulo 7:2 nos adverte “Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós”. Já Lucas 19:22 revela o julgamento do Senhor a um dos servos a quem ele atribuiu tarefas e não as cumpriu a contento: “Porém, ele lhe disse: Mau servo, pela tua boca te julgarei. Sabias que eu sou homem rigoroso, que tomo o que não pus, e sego o que não semeei”.
Em atos 17:31 lemos: “Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos. “
Em muito se vê a atitude deísta dos neopentecostais, pois acabam tomando pra si atributos que só a Deus é permitido a exemplo do que revela a Sagrada Escritura em atos 17:31. Ou seja, quem julgará o mundo é Jesus Cristo, e ele é Deus.
Felipe anuncia Jesus a Natanael. Apesar de toda uma profecia escrita há muitos anos atrás, Natanael, preconceituoso a respeito do povo de Nazaré, indaga: “... Pode vir alguma coisa boa de Nazaré?...”.
É necessário então que Felipe convoque a Natanael: “... Vem, e vê”. João 1: 46
É natural que qualquer ser humano desconfie do que vê, ouve ou anunciam. Mas não é prudente julgar. A quem Deus premia pela sua graça com o Dom do Discernimento deve compreender que aquilo que não é revelado não é prudente ser afirmado como verdade. O julgamento de Deus tem base na sua onisciência. O fato de Deus nos dar a graça de discernir, não nos autoriza julgar.
Pela conseqüência da convivência em sociedade, podemos afirmar algo que vimos ou ouvimos, todavia a única verdade absoluta é Jesus Cristo. Só Ele afirma o que é absolutamente verdadeiro. Entende-se que por mais que apuremos os fatos, analisemos atitudes, obtenhamos provas, ainda assim qualquer julgamento de nossa parte se embasará em verdades relativas.
A bíblia não revela, mas imaginamos, não como “verdade absoluta”, que ao dizer ao ladrão na Cruz à sua direita: “hoje mesmo estarás comigo no paraíso”, talvez os fariseus, sacerdotes e outros que o crucificaram guardaram aquela célebre frase como mais uma evidência de que o Nazareno não era o enviado de Deus e por isso merecia estar ali. Como pode alguém conceder lugar no paraíso a quem tanto mal causou à sociedade?
Quando julgamos alguém pelo seu histórico ou pelo que aparenta a nossos olhos deveríamos nos perguntar: se eu estivesse na crucificação, sentir-me-ia aliviado pela condenação à morte de cruz daqueles ladrões? Estaria satisfeito por Jesus garantir a um deles o paraíso?
O cristianismo degenerado também é evidenciado no espiritualismo exacerbado onde o emocionalismo e a teologia da prosperidade sobreleva a adoração pura a Deus.
A lei da Termodinâmica afirma que todo o sistema da natureza mostra um movimento invariável rumo à desintegração, à desordem e à perda de energia. Trata-se do princípio da entropia.
Em Isaias 1:4 a palavra revela: “Ai, nação pecadora, povo carregado de iniqüidade, descendência de malfeitores, filhos corruptores; deixaram ao SENHOR, blasfemaram o Santo de Israel, voltaram para trás”.
“Porque o vil fala obscenidade, e o seu coração pratica a iniqüidade, para usar hipocrisia, e para proferir mentiras contra o SENHOR, para deixar vazia a alma do faminto, e fazer com que o sedento venha a ter falta de bebida”. Isaías 32:6
Assim como nas leis da natureza, as normas sociais, bíblicas, sentimentais, religiosas, morais e éticas perdem força e adentram a desordem e desintegração.
A perda da qualidade do Cristianismo deve-se à corrupção do caráter cristão na medida que não julgamos a nós mesmos, não vemos os nossos pecados, não confessamo-los a Deus, não vivamos debaixo de sua graça e não nos erguemos, porém olhando para que não estejamos em pé e caiamos.
A perda da qualidade do Cristianismo deve-se ao fato de “reivindicar” de Deus. Esquecem que dependemos da sua vontade soberana. Quem somos nós para reinvidicar de Deus alguma coisa?
Muitos têm decretado, em nome da fé, que pessoas sejam curadas, sem ao menos entregar a Deus a fé do enfermo já que Ele vê o coração e opera segundo a sua soberana vontade.
A perda da qualidade do Cristianismo deve-se ao fato de mercarem, na maioria dos cultos, as bênçãos daquele dia.
A perda da qualidade do Cristianismo deve-se ao fato de um Pastor evangélico dizer a um Cantor, também evangélico: “ suas músicas tem qualidade, tem doutrina, tem bíblia, mas o irmão precisa gravar canções no ritmo que está na mídia. Assim o irmão venderá mais CDs”.
Mateus 24:12 nos revela: “E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará”. O amor se esfria pelas nossas próprias iniqüidades, mas os escândalos, os julgamentos sumários, a segregação de classe na Igreja, a indiferença de muitos, leva à frieza da fé dos famintos e sedentos.
“Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;” 1º Timóteo 4:1.
O espírito expressamente revela que muitas doutrinas tidas como sacro santa poderão ser doutrinas de demônios. Como pode por exemplo se alimentar na igreja o princípio de que as benção se revelam nos bens materiais? Jesus não tinha onde repousar a sua cabeça.
Continua 1º Timóteo 4:2: “Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência;”. Vê-se claramente que é evidente que podemos ser influenciados pelo meio, ainda que compreendamos que o que devemos é ser seguidores de Jesus Cristo. Paulo nos adverte, no entretanto que pela hipocrisia e mentiras de homens com suas próprias consciências cauterizadas, muitos apostatariam da fé pelo fato de dar ouvidos a esses espíritos enganadores.
Tenho muito medo em ver a Igreja se expandindo de pessoas que apregoam a respeito do estereotipo de crente. Vêem-se num modelo e renegam, rejeitam qualquer pessoa que não se comporte de acordo ao padrão plagiado.
Tenho medo que crentes preguem que o tatuado, o penteado da moda, o adornado não sejam convertido simplesmente pelo que aparentam.
Se assim fosse, muitos que hoje trazem a marca de Cristo no seu coração (local que ninguém pode ver ou sondar senão Deus), seriam condenados ao descaso, à discriminação porque no seu corpo (tatuado) estão as marcas de suas crenças passadas ou de seus demônios preferidos e que fisicamente não podem ser removidas. Os Olhos vêm as marcas do corpo, mas não são capazes de ver nos olhos do outro as marcas de Cristo.
Os apostatas, sequer miram os frutos. Se não perceberem no outro o seu estilo ou modelo de vida cristã, julgam e condenam ao isolamento, ao grupo do outro. Não somos modelo a ser seguido, mas devemos ser seguidores de um único modelo: Jesus Cristo!
Cruz das almas, 2008
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